
Tenho um jeito meio estranho de lidar comigo. Nem sempre me aceito, nem sempre me entendo, nem sempre me dou a mão. E como é essencial a gente se dar a mão, meu Deus! Olhar para dentro pode ser desesperador e doído. A gente carrega muitas coisas no peito, nas costas, na memória. E é preciso tentar viver bem com passado, presente e futuro batidos e misturados dentro da coqueteleira interna. Não é tarefa fácil, não. Requer esforço e uma capacidade bonita de perdoar.
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| — | Clarissa Corrêa (via clarissacorrea) |
Muitas vezes nos refugiamos no futuro para escapar do sofrimento. Imaginamos uma linha na estrada do tempo e que além dessa linha o sofrimento presente deixará de existir.
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| — | Milan Kundera - A insustentável leveza do ser (via compreender) |











